Melhores práticas de inteligência para segurança pública. Um case Dígitro.

“Os benefícios para a administração pública consistem em formar profissionais mais capacitados, assim como poder utilizar mais amplamente as ferramentas de inteligência, traduzindo-se em um retorno de investimento feito pelo poder público”,

diz o capitão Adriano dos Reis, da Polícia Militar do Espírito Santo, sobre o treinamento da Dígitro de “Melhores práticas na utilização do sistema IntelleTotum em segurança pública”.

A Dígitro levou esse treinamento até o Espírito Santo para capacitar agentes públicos que atuam no cenário da segurança pública, sistema criminal e de defesa, na utilização estratégica de sua tecnologia, nas atividades de inteligência e investigação policial.

O consultor Humberto de Sá Garay, ex-comandante da Academia de Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul, complementa e explica os reflexos para a sociedade:

“Para a população, a capacitação eleva o grau de profissionalização do policial e, com isso, temos uma polícia melhor preparada. A instrumentalização tecnológica aumenta o grau de solução de casos, diminui a impunidade e melhora a prestação de serviços de maneira geral.”

O treinamento e a familiaridade com o IntelleTotum – “bastante útil para a segurança pública”, como diz o capitão Reis – expõe a importância de produzir conhecimentos com inteligência para trabalhar com os muitos dados disponíveis. Com isso, o sistema IntelleTotum organiza as informações e possibilita o uso de ferramentas capazes de subsidiar os trabalhos na área de segurança pública.

A parte teórica consiste no entendimento das ferramentas de análise disponíveis no Sistema IntelleTotum, explorando suas funcionalidades e aplicações possíveis. A parte técnica aborda casos fictícios simulando a aplicação real. Depois, os alunos podem utilizar as ferramentas de análise para produzir informações capazes de solucionar a tarefa sugerida.

Os reflexos são imediatos. Durante a capacitação, Sá Garay contou que aconteceu o esclarecimento de uma investigação na própria sala de aula, através do cruzamento de dados da própria Secretaria de Segurança Pública. Analisando as informações existentes na base de conhecimento e utilizando a técnica correta para a produção de inteligência, os agentes localizaram um foragido da justiça através da análise de mídias sociais, informações de inquéritos da Polícia Civil e com os dados dos boletins de ocorrências da Polícia Militar.

O exemplo da resolução de um caso real durante um dos treinamentos atesta que a população é beneficiada com o uso correto da inteligência. Nesse sentido, profissionais de segurança pública treinados são capazes de produzir conhecimentos que assessoram e agilizam a tomada de decisões das políticas e ações policiais que possam elucidar crimes – com um custo mais baixo e de forma mais rápida que os métodos tradicionais.


3 respostas para “Melhores práticas de inteligência para segurança pública. Um case Dígitro.”

  1. Prezados,
    Excelente material! No meu caso, estas informações fortalecem o meu conhecimento sobre as soluções e ações da Dígitro, e também no momento da
    abordagem e argumentação junto aos clientes potenciais. Este “case” vem comprovar a eficácia da ferramenta, nos trazendo segurança nas apresentações.

  2. Alexandre da Silva disse:

    Material de excelente qualidade e de conteúdo de grande relevância para meu aperfeiçoamento profissional.

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