Inteligência investigativa: menos fraudes e mais resultados

A necessidade de as empresas lidarem com as adversidades do mercado — incluindo o gerenciamento de crises de fornecimento de insumos, falhas na distribuição e até casos internos de fraudes e desvios — tem sido um balizador importante na administração contemporânea. Isso é fundamental para que situações eventuais não interfiram no bom andamento das operações nem impactem negativamente na produtividade e no lucro. Mas qual é a melhor maneira de obter uma perspectiva confiável de cenários e validar hipóteses?

Determinados conceitos estratégicos têm surgido e sido utilizados por plataformas de controle e comando, como a chamada business intelligence (BI, ou inteligência de negócios em inglês). Essa abordagem é importante porque se baseia na coleta e na organização de dados para traçar um retrospecto da evolução de determinados setores da empresa e verificar como os indicadores se comportam. Mas essa não é a única forma disponível.

Ao contrário do que acontece com a BI, uma outra forma de análise de dados permite tomar a decisão mais acertada: a inteligência investigativa. Ela abrange a análise de fatos, informações, pessoas e dados associados (ou relacionados) a riscos inerentes ou potenciais para o negócio e ajuda os gestores a antecipar e mitigar ações que possam impactar na organização. É uma forma de olhar para a informações a partir de cenários que podem ser modificados (validados) por meio de hipóteses criadas.

As ações tomadas no âmbito da inteligência investigativa são as que contam com auxílio de softwares, já que a quantidade de dados coletados e processados tende a ser gigantesca.

Para ajudá-lo a compreender o funcionamento desse tipo de solução e como ela vai transformar a rotina administrativa e gerencial da sua empresa, nossos especialistas desenvolveram este e-book que trata do assunto. Nele você encontrará os caminhos para reduzir a possibilidade de fraudes e obter mais resultados. Clique aqui agora e acesse gratuitamente o conteúdo.

 

Etapas básicas do trabalho de inteligência investigativa

Para que a validação de hipóteses seja feita da maneira correta, é fundamental que sejam seguidos alguns passos que vão alicerçar a tarefa. São eles:

 

  • coleta: oriundos de emissoras de TV e rádio, redes sociais, internet, dados abertos diversos (digitais ou físicos, como por exemplo um recibo assinado), e outros canais, eles serão a base do trabalho de investigação;
  • análise: nesta etapa os dados serão avaliados, associados, correlacionados e hierarquizados dentre outros processos iterativos, a fim de se corroborar ou rejeitar a hipótese que deve ser validada, garantindo que eles sejam suficientes para sustentar de um resultado baseado naquela hipótese;
  • difusão: é o processo de levar a análise que foi feita para o tomador de decisão. É comum que seja elaborado um relatório que deixará claro os indicadores, dados e associações que suportem  a validação da proposta inicial.

 

A quantidade de organizações que contam com a metodologia e as ferramentas de inteligência investigativa na rotina gerencial para prevenir, mitigar e tomar decisões de negócio mais acertadas é crescente. E isso pode ser feito com a incorporação de práticas desde aquelas relacionadas ao posicionamento da companhia na internet, por meio de plataformas como o Google Analytics — incorporado por mais de 50 milhões de empresas ao redor do mundo — ou de softwares especialmente desenvolvidos para o seu negócio, pinçando detalhes do público, do mercado e permitindo o estabelecimento de padrões para a previsão de cenários.

A necessidade da inteligência investigativa para a empresa

Como as plataformas de inteligência investigativa se baseiam essencialmente na validação de hipóteses por meio da correlação, vínculos e do enriquecimento de dados até a construção da inteligência, é possível monitorar e interpretar um conjunto de indicadores para obter insights que servirão para ações de curto, médio e longo prazo. Por meio da análise das informações coletadas ao longo do tempo é possível, de forma dinâmica, criar uma análise das relações entre diversos outros atores do mercado.

Entre as questões que podem ser confirmadas por meio da aplicação da inteligência investigativa, estão:

  • Quais são as ameaças reais sobre o meu negócio (interna e externamente)?
  • Quais são as formas de mitigar os impactos dessas ameaças?
  • Há alguém desviando recursos da minha empresa?
  • É possível que membros da minha equipe estratégica estejam vazando dados para a imprensa ou para redes sociais e influenciadores?
  • É viável expandir os negócios da empresa para outra área da cidade, do estado, do país ou fora dele?
  • Estou preparado para continuar operando no caso de crise (desabastecimento de energia, paralisações, greves, escassez de matéria-prima)?
  • Quais são as características de big data que, alinhadas à questão interna (small data), me permitirão entender e resolver os problemas?

 

Para conhecer mais formas e obter os detalhes do trabalho obtido por meio da plataforma de inteligência investigativa, clique agora no link abaixo e leia o nosso e-book especial sobre a aplicação desta metodologia no ambiente corporativo.

inteligência investigativa


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *