Plano de metas em comunicação: saiba como a tecnologia pode mantê-lo atualizado

Muitas empresas já estão começando a trabalhar no seu plano de metas para 2019. Ainda que 2018 não tenha terminado, algumas análises sobre os trimestres que passaram e perspectivas sobre o que vai terminar em dezembro já permitem aos diretores e gerentes administrativos terem uma visão bastante nítida do que foi bem executado, quais conquistas merecem maior destaque e principalmente, o que pode e precisa ser melhorado para garantir os bons resultados do negócio nos próximos doze meses.

Entre os desafios que aparecem em qualquer planejamento estão os que sugerem o aumento das vendas, a redução de custos e o crescimento da eficiência operacional. Desenvolver caminhos para se chegar a estes objetivos é uma certeza acerca da elaboração de estratégias por parte dos líderes. Mas você já teve a sensação de que por mais planos que a sua empresa tenha, parece cada vez mais difícil alcançá-los?

De fato, ainda que essas questões sejam bastante antigas dentro da administração de empresas, não há fórmula mágica definida que garanta o alcance delas, permanentemente, ao longo dos anos. É imprescindível se reinventar, analisar minuciosamente quais são as áreas mais importantes para o negócio e promover ajustes duradouros, sustentáveis e bem pensados. Mas como?

Antes de começarmos, é importante que você saiba que a tecnologia transformou completamente a forma como as empresas contratam fornecedores. A competitividade brasileira no Anuário de Competitividade Mundial, estudo elaborado pela escola suíça de negócios International Institute for Management Development (IMD), subiu do ano passado para este. O relatório considera 340 dados estatísticos e a resposta de executivos à uma pesquisa que considera diversos fatores. A melhora nacional foi atribuída à adoção de atitudes “abertas e positivas” de implantação da inovação nos ambientes corporativos — o que coloca as empresas do país em posição mais favorável que a ocupada pelos próprios governos no levantamento. Em se tratando de infraestrutura tecnológica, o salto foi da 51ª para a 48ª colocação, mudança puxada sobretudo pelos bons números nos aspectos relacionados à telefonia celular e à conectividade.

Mais vendas = tecnologia aplicada no plano de metas

A maioria dos negócios foca prioritariamente em atingir a meta de vendas. É em torno dela que se estruturam as outras, quase “coadjuvantes” na missão de conquistar mais clientes e/ou fazê-los consumir mais/firmar mais contratos. Mas, em alguns casos, um aspecto fundamental cai no esquecimento: sustentar essa ascensão é tão (ou mais) importante quanto persegui-la.

Além de ser necessário definir claramente o percentual de aumento buscado, a equipe tem que manter a disponibilidade de mudar de rumo quando sentir que algo não funciona como deveria. Essa constante inquietação permite que os gestores tenham agilidade para trocar uma estratégia de comunicação tradicional por algo mais avançado, que aplique a tecnologia e proporcione melhores resultados.

Isso é extremamente válido para insumos e recursos que têm custo permanente, dos quais a empresa não pode abrir mão de uma hora pra outra. Um exemplo clássico é a rede de comunicação (telefonia e internet).

Esse recurso é vital para qualquer negócio, e como tal precisa receber atenção especial tanto da área técnica quanto dos setores administrativos. Eles precisam estar em constante alinhamento para garantir que a prestação deste serviço não fique prejudicada e manterem-se sempre atentos ao que há de melhor para ser utilizado. Neste exemplo, a aplicação de soluções tecnológicas avançadas pode ser um ponto considerável por fornecer inovação voltada à eficiência e custos mais adequados à realidade financeira do negócio.

Neste sentido, dedicar um item do plano de metas à revisão das tecnologias usadas no ambiente corporativo pode ser um diferencial importante em relação aos concorrentes, que se bem aproveitado, vai contribuir sobremaneira para o alcance dos objetivos.

Redução dos custos

Um dos pontos mais importantes do plano de metas para os gestores administrativos, CEOs e até os donos das empresas costuma ser esse. Aqui a orientação é garantir a operacionalidade e sustentabilidade financeira do negócio, mas isso não pode ser usado para reduzir a produtividade nem a qualidade dos serviços contratados.

Em se tratando de serviços de comunicação, que precisam ter altíssima disponibilidade, essa preocupação é ainda mais forte. A mensagem aqui é clara e direta: se determinado fornecedor entrega conexões de baixa qualidade, ele não deve ser preservado simplesmente porque é o mais barato. É aqui que a estratégia de mudar rapidamente e investir na tecnologia se manifesta mais claramente: serviços que utilizam a computação em nuvem e oferecem comunicação global e de qualidade por meio de centrais digitais, PABX híbridos e telefones IP podem ser mais eficientes e econômicos que as tradicionais linhas das operadoras convencionais.

Empresas de todos os portes podem estar sujeitas a esse tipo de situação: uma operadora de telefonia que presta um serviço de qualidade baixa ou mediana mas por um preço “atrativo” (sim, entre aspas, porque se o serviço deixa a desejar, não há economia que justifique a sua manutenção). Isso retarda a tomada de decisão que vai levar à troca do fornecedor. Geralmente há um vínculo comercial que já não compensa mais, mas é mantido por diversas razões. Isso interfere negativamente de duas maneiras.

A redução de custos pode acontecer de diversas formas, e uma delas é repensando junto com o setor de Tecnologia da Informação (TI) da sua empresa toda a estrutura de comunicação. Além de dar um passo em direção ao futuro, esses recursos aproximam as equipes e promovem a economia por meio da redução ou extinção das ligações internacionais (DDIs) e interurbanas (DDDs), trazendo para a tela de um celular toda a plataforma de integração do negócio.

O resultado é a melhoria da integração entre os colaboradores e a ampliação da presença da empresa, dando mais oportunidade para investimentos no negócio principal e no atendimento aos clientes.

Usar o mesmo canal de comunicação que os clientes é ideal

Atingir o público-alvo e receber as demandas com tranquilidade e confiabilidade é uma das principais missões de qualquer empresa — que deve, inclusive, balizar a estruturação do plano de metas para o próximo ciclo considerando fortemente esse ponto. Desta forma ela preservará a boa experiência dos clientes e potencializará a possibilidade de estabelecimento de contratos/vendas duradouros.

Mas mais do que definir o público-alvo, coletar informações que precisam ser articuladas e fazer as mensagens trafegarem com clareza rumo ao destino, elas precisam ter um canal sólido para serem disseminadas. É aqui que a revolução começa.

Para se manterem competitivas, as empresas precisam dar ainda mais valor ao relacionamento com os clientes — isso vale para os segmentos B2C e B2B. Ter um bom contact center, com atendentes preparados e disponíveis por meio de diversos canais é o novo estágio no mercado. Mas é fundamental também estar sempre presente, dando a possibilidade de o cliente usar qualquer canal para se manifestar.

Receber chamadas telefônicas, e-mails e até comunicação por chat exige uma plataforma moderna de gerenciamento de canais de comunicação, e a escolha da mais adequada deve estar entre as prioridades do plano de comunicação da organização.

Intervenções como essa são relativamente simples de serem feitas, pois a popularização dos prestadores de serviço remoto agiliza a capacidade de atendimento e facilita a negociação em busca dos melhores preços, visando uma das metas mais importantes: a redução do custo de operação do negócio.

Para saber mais sobre como rever o plano de metas em comunicação da sua empresa, leia o nosso blog e acesse o nosso site para conhecer soluções que farão o seu negócio faturar mais e investir com mais eficácia.


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