Com alta na inadimplência, o que fazer para evitar a perda de ativos?

Nos últimos anos, o volume de inadimplência, tanto de consumidores finais, quanto das empresas tem sido um fator preocupante para o mercado. De acordo com dados divulgados em fevereiro de 2018 na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), promovida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual total de endividados nas famílias brasileiras era de 61,2%. Destes, 24,9% afirmaram que possuem dívidas ou contas em atraso, e outros 9,7% que não terão condições de pagar. A título de comparação, em fevereiro de 2017 o percentual era um pouco menor, de 58,7%. Já no ambiente corporativo, 2017 encerrou com um número recorde de empresas inadimplentes: 5,3 milhões, de acordo com informações repassadas pela consultoria de crédito Serasa Experian.

Além de impactar negativamente a vida financeira das famílias, esse cenário também influencia o mercado que depende desses ativos que deixam de ser devolvidos. Quando determinadas cobranças partem para a esfera judicial, a situação pode se complicar não apenas para as organizações financeiras como todas aquelas que possuem devedores. O desafio maior não é apenas tentar reaver os ativos que foram perdidos, mas evitar que pessoas ou organizações venham a perder ativos que estejam em processo de devolução.

É nesse contexto que entram empresas que realizam a recuperação de ativos. Além delas, também existem as que desenvolvem a gestão da recuperação de ativos, para instrumentalizar e fomentar conhecimento, por meio de inteligência, para aqueles que atuam com esse propósito. Esse é o caso da Dígitro, que desenvolveu uma metodologia investigativa para fazer a gestão de riscos dos ativos das organizações interessadas de forma preventiva. Ou seja, não apenas visa auxiliar na recuperação do ativo perdido, mas evitar que ele seja perdido.

A técnica usada pela Dígitro é investigativa, baseada em riscos e inteligência indutiva, para descobrir o ativo, como pode ser “escondido” e, consequentemente, perdido. Por exemplo: uma organização deu, em garantia, uma fazenda para a tomada de um crédito. Sabendo da possibilidade de perder esse bem, o devedor pode se antecipar e vendê-la a um terceiro ou passar a titularidade do imóvel para outra pessoa. Outra situação hipotética é quando uma organização promove fraude jurídica. Enfim, há uma série de formas para “esconder” um ativo de forma ilícita.

Nesse sentido, soluções como as da Dígitro ajudam a monitorar e auxilia o gestor de ativos – a figura do asset management (gerente de recursos), que realiza a gestão de ativos – instrumentalizando-o por meio de tecnologias e processos, para investigar se o devedor está usando alguma forma de “esconder” o ativo e, consequentemente, gerar a sua perda.

Em um momento no qual se tenta evitar que pessoas e organizações venham a se tornar inadimplentes ou, ainda, em caso de aumento desse índice, entender como evitar perder ativos pode ser uma saída, especialmente quando há a possibilidade de usar tecnologias em favor dos negócios.

Para mais informações entre em contato pelo telefone 0300-789-8222 ou acesse www.digitro.com.


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