Publicado: 20/12/2021Tempo de leitura: 10 min.

Por que 2021 foi o ano da segurança de dados?

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Marketing Dígitro

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A segurança de dados ganhou bastante foco em 2021. Não é à toa, afinal, é difícil encontrar quem não tenha ouvido falar de uma invasão ou tentativa de golpe on-line. Além, é claro, das mudanças nas modalidades de trabalho que afetaram diretamente a proteção de informações dentro das empresas. Os motivos para esse tema ganhar atenção são inúmeros e relevantes, sem contar que apresentam tendências significativas para o próximo ano. 

Se você deseja deixar sua companhia preparada para o presente e futuro, leia o texto abaixo. Apresentaremos os desafios encontrados nos últimos 12 meses, além dos impactos nas organizações e o que promete acontecer a seguir. Acompanhe!

Entenda o que é segurança de dados

Provavelmente, você já viu alguma notícia sobre vazamento de informações, seja na internet ou em jornais. Esse é um assunto em alta atualmente porque os ciberataques estão cada vez mais frequentes. Com o objetivo de amenizar esses problemas, surge a segurança de dados. Em resumo, é uma forma de proteger os dados sensíveis e relevantes de uma empresa. Elas podem ser competitivas, como salários, rendimentos e estratégias. Mas, também, elementos de cadastro de clientes, como CPF, endereço e e-mail. 

Os hackers acessam, de forma não autorizada, os bancos disponíveis para roubar, destruir ou modificar o que é encontrado. Existem, inclusive, casos de sequestros, quando os criminosos cobram um valor para devolver o que foi retirado. 

Existem três atributos que ajudam a direcionar o planejamento, a análise e a implementação de processos que garantem a segurança de dados em uma companhia. São eles: integridade, confidencialidade e disponibilidade. A primeira trabalha para que as informações se mantenham em seu modo original, sem alterações. A segunda, visa a liberar o acesso somente àqueles que têm direito a visualização e são confiáveis para essa tarefa. Por fim, a terceira garante que eles estejam disponíveis para quem o proprietário autorizar, de forma legítima. 

Abaixo, saiba mais sobre os ataques e como eles aumentaram a preocupação e a proteção dentro das empresas. Confira!

Saiba mais sobre os ataques cibernéticos em 2021

Um dos motivos de 2021 ter sido o ano da segurança de dados foram os ataques cibernéticos. Para você ter uma ideia, só no Brasil, foram registradas 8,4 bilhões de tentativas no ano passado. E não pense que é fácil identificar uma ameaça. Existem diversos tipos e é bem possível que você já tenha sido vítima ou chegado perto de acreditar em um deles. 

O mais comum é o chamado phishing. A ideia é induzir os usuários a passarem informações confidenciais, como senhas, dados bancários e números de documentos. Isso acontece bastante via e-mail. A pessoa recebe a comunicação dizendo que é necessária alguma atualização de cadastro, por exemplo. 

Por outro lado, existe a engenharia social, uma forma de enganar a população usando os sentimentos para persuadir e ganhar a confiança. Aqui, não existem softwares tecnológicos  para uma invasão. Quem comete esse crime utiliza a comunicação para fazer a vítima acreditar que é uma outra pessoa. Acontece muito com amigos ou parentes pedindo dinheiro no WhatsApp, ou até quando fingem ser diretores de uma empresa e solicitam informações aos colaboradores. 

Para finalizar, outra maneira comum de invadir computadores é utilizando sistemas maliciosos que quebram a segurança de dados das companhias. Um funcionário pode receber um comunicado, baixar um arquivo anexado e, assim, sem perceber, instalar programas que permitem acesso a documentos sigilosos. 

No próximo tópico, entenda como o trabalho remoto impactou na preservação das informações em 2021. Saiba mais!

Veja como a estabilização do home office e do modelo híbrido influenciou na segurança de dados

A pandemia de Covid-19 obrigou muitos profissionais a trabalharem em suas próprias casas. Se, no começo, a situação foi confusa e complicada, agora, o cenário está diferente. Um estudo da Grant Thornton mostrou que metade dos entrevistados afirma ter aumentado a produtividade em home office. Além disso, 78% das pessoas esperam continuar exercendo sua função nesse mesmo modelo. Outra alternativa que vem de encontro a essa é o modelo híbrido. Com ele, é possível unir a forma a distância com a presencial, garantindo o melhor das duas modalidades.

Mas, independentemente de qual delas forem adotadas, um ponto crucial não muda: a segurança. Acessando as informações sensíveis da empresa fora de um ambiente controlado, a possibilidade de ataques cibernéticos fica mais alta. O relatório da Fortinet destacou essa modalidade como uma porta de entrada para redes corporativas. Isso porque fica mais fácil acessar roteadores domésticos e, assim, entrar em bancos de dados sem permissão. Para minimizar os riscos, é interessante investir em criptografia e ferramentas tecnológicas que unificam a comunicação.

A seguir, confira como a LGPD influenciou a rotina dos gestores nos últimos meses. Veja abaixo!

Descubra como a LGPD impactou neste cenário

A Lei Geral de Proteção de Dados também afetou significativamente o contexto da cibersegurança em 2021. Afinal, foi em agosto desse mesmo ano que as sanções financeiras, para quem cometer vazamentos, começaram a ser aplicadas. Então, os negócios tiveram que correr para se adaptar. 

O objetivo da LGPD é promover a segurança de dados pessoais de todo cidadão e, para isso, estabelece uma série de normas e práticas que devem ser cumpridas. Para regulamentar, foi criada a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados). É ela que aplicará as multas para quem infringir a lei, que começam em R$ 50 mil e podem chegar até a milhões. 

Confira como a governança de dados foi essencial

Com a estabilização do home office, que já comentamos neste conteúdo, armazenar documentos em nuvem ficou ainda mais comum. Isso porque, dessa forma, todos os colaboradores autorizados poderiam acessar as informações necessárias para exercerem sua função. Porém, assim como facilita, essa prática tende a deixar os ataques mais suscetíveis se não realizada corretamente. E é aí que entra a importância da governança dos dados on-line. 

Basicamente, ela cria uma série de regras e protocolos para as empresas que utilizam o Cloud Computing (termo em inglês para armazenamento em nuvem). Dessa forma, é possível aumentar a proteção, além de ter estratégias para gerenciar os riscos. 

Diante de todos os desafios que vimos até agora, fica a dúvida: quais foram as estratégias das organizações para lidar com a situação? Contamos mais no próximo tópico!

Compreenda as consequências da cibersegurança nas empresas

Todas as situações que explicamos acima impactaram diretamente na forma como as organizações trabalham. Seja na comunicação interna, no atendimento ao cliente, na gestão ou nas adaptações para o compliance. Uma das alterações foi a utilização de certificados digitais para aumentar a segurança de dados. Eles são capazes de verificar a identidade de uma empresa, usuário ou site, garantindo, assim, sua veracidade. 

Os backups recorrentes na nuvem também foram adotados, junto à garantia de que esses dados estão seguros. Isso porque, armazenar as informações digitalmente ajuda a criar diferentes camadas de acesso que diminuem os riscos de invasões. Quando falamos da LGPD, foi necessário estar lado a lado do setor jurídico para entrar em conformidade com a lei e evitar multas. Assim como a necessidade de realizar análises de risco regulares.

Outro ponto essencial foi contar com a ajuda de softwares, principalmente, no home office. Soluções de comunicação unificadas e que garantem a segurança dos dados foram essenciais para aumentar a produtividade e proteger as informações, mesmo à distância. E o resultado é muito positivo. 63% das pessoas que contaram com essas alternativas, na pandemia, revelaram confiar nos produtos utilizados.

E, para fechar as estratégias adotadas, a conscientização dos colaboradores. Isso porque, aqui, é fundamental contar com a tecnologia e com o ativo humano. Foi preciso implementar treinamentos, ensinar como identificar um arquivo suspeito e outras atividades para deixar todos prontos para diminuir as possibilidades de ataque. 

Conheça as previsões para 2022

A pandemia acelerou o crescimento digital e as companhias precisaram correr atrás para se adaptar. E, em 2022, não haverá retrocesso. A tendência é que as medidas implementadas se mantenham, já que, em geral, facilitaram a rotina das equipes. Com a cibersegurança, isso não é diferente. Em uma pesquisa realizada pela PWC, 83% das empresas brasileiras estimam aumentar os investimentos na área em 2022. 

Além disso, o estudo mostra que somente 16% dos entrevistados têm conhecimento sobre os riscos de violação dentro de um negócio. Esse índice comprova a importância da conscientização e treinamento dos times. 

Porém, o levantamento indica que é fundamental se preocupar além da segurança de dados. É preciso olhar para esses processos de proteção de informações como uma forma de crescimento do negócio e de ganho da confiança do cliente. 

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