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Modelo de referência bibliográfica. |
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Descrição |
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E1 |
Também chamado de "Link E-1" ou "enlace digital" ou "2 mega". Sistema de transmissão a 2.048 Mbps, comum na Europa e adotado no Brasil com 32 canais digitais, cada um com uma velocidade de 64kbps, sendo 30 canais de voz ou dados, um canal para sincronismo e um canal para sinalização telefônica. |
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ENTRONCAMENTO E1 |
Ver "E1". |
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TE110P |
Placa Digium com 1 porta T1/E1. |
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| AMI |
(Alternate Mark Invertion) Método de codificação nas transmissões E1 e T1 no qual “1s” consecutivos têm a polaridade oposta em ordem de manter um número garantido de 1s numa transmissão. |
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| B8ZS |
(Bipolar with 8 zero substitution) - codificação de linha usada em circuitos T1 no qual uma sequência de 8 ou mais zeros consecutivos é substituído por uma sequência com violações com a seguinte configuração: 000V10V1, onde V é a violação. Tal esquema é empregado para assegurar um número suficiente de transições do sinal digital em banda base com fins na manutenção do sincronismo do sistema, uma vez que uma sequência de zeros representa um sinal sem transições. Assemelha-se à codificação HDB-3 usada em circuitos E1. |
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| BXS-20 E |
Plataforma Dígitro cujo diferencial com relação às demais plataformas da família BXS é a maior capacidade de conexão com interfaces diversas (ramais analógicos, troncos analógicos e ramais digitais) e também de links E1. Esta plataforma conta ainda com dualidade por redundância e por degradação, além da duplicidade da unidade de comando central e planos de matrizes. O BXS/20 E é a plataforma da família BXS voltada para aplicações de porte significativo e que necessitam de maior robustez. Produto descontinuado. |
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| CRC |
Cyclic Redundancy Check, método de verificação de erros utilizado em vários protocolos para detecção de erros de transmissão em bits. Consiste na divisão de um bloco de dados por um polinômio padrão, resultando em um resto da divisão. Este resto é transmitido junto com o bloco de dados. No receptor, é feita novamente a divisão do bloco de dados + resto pelo polinômio padrão. Caso o resultado for zero, então não houve erros de transmissão. Caso contrário, houve erros de transmissão no bloco. Os polinômios são padronizados e identificados como CRC-4, CRC-16, CRC-32, ... ...onde o número indica o grau do polinômio em base 2. Quanto maior o grau, maior a capacidade de detecção. O CRC-4 é utilizado para verificação de erros em enlaces E1. |
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| DIGITRONCO |
O mesmo que E1. Ver "E1". |
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| DIGR |
Cartão usado em plataformas de grande porte da Dígitro, como o AXS, BXS/20 E e NGC Evolution E/S, o qual realiza as conexões através de links E1 de 2 Mbps. |
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| DSU |
Digital Service Unit, um dispositivo, normalmente um modem, usado por um cliente para conectar um dispositivo, como um PABX, a uma facilidade da rede pública, tal como um link E1. Provê funções de adaptação de sinais, repetição e regeneração e funções de controle. |
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| ENTRONCAMENTO DIGITAL |
Interconexão entre centrais telefônicas através de técnicas digitais de transmissão, como um enlace E1. Ver também "E1" e "ENLACE". |
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| ENTRONCAMENTO E1 |
Ver "E1". |
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| ESCORREGAMENTO |
Fenômeno que ocorre em um link E1 onde ocorre perda ou redundância de informação devido a diferença de velocidade entre a leitura e a escrita de informação em memória. |
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| FEIXE PCM |
Ver "E1". |
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| G.703 |
É uma recomendação ITU-T que trata das especificações da interface física a 4 fios e para transmissão digital a 2,048 Mbps (E1). Atualmente, também inclui as especificações para o T1 a 1,544 Mbps (US), porém, geralmente, é utilizado para se referir à interface de transmissão européia a 2,048 Mbps. (Isto é G703 é usualmente um sinônimo para o E1. |
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| HDB3 |
O código HDB3 é uma técnica de sinalização bipolar, ou seja, depende tanto dos pulsos positivos quanto dos negativos. As regras de codificação seguem as da AMI(Alternate Mark Invertion), com exceção de quando surge uma seqüência de quatro zeros consecutivos onde é utilizado um bit especial de violação. Isto previne longas seqüências de zeros no fluxo de dados. Sem ele o circuito receptor teria dificuldade para manter a sincronização. É muito utilizado em sistemas de transmissão E1. |
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| HDSL |
(HighBitRate digital Subscriber Line) Uma das primeiras tecnologias DSLs a ser usada amplamente. Utilizada para prover o serviço de linhas dedicadas de 2Mbit/s. Foi desenvolvido como uma tecnologia alternativa sem repetidores para disponibilização de serviços de comunicação digital, por exemplo o E1. HDSL opera FullDuplex através de c par de fios de 2 pares. Isto é conhecido como DualDuplex. Cada par de fios carrega 1024 Kbps metade de 2048 Kbps da largura de banda do E1 mais um pequeno montante de overhead. Pelo fato de seus dados serem enviados com a metade da velocidade do E1 normal, você consegue duas vezes a distância. E, em virtude de o HDSL usar dois pares de fio, você ainda consegue a taxa de transferência do E1. |
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| INTERLINK |
Solução desenvolvida pela Dígitro que incorpora, num mesmo equipamento, várias funcionalidades, onde destaca-se o fracionador de enlaces E1 e conversor de sinalização. |
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| LEI A |
Norma do ITU para codificação/ compressão das amostras de voz em enlaces PCM na hierarquia E1. |
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| PCM 30 |
Ver "E1". |
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| PLESIÓCRONA |
A solução encontrada para solucionar o problema da falta de sincronismo dos sinais de entrada do multiplexador foi usar a multiplexação plesiócrona, consistindo na adição de bits sem conteúdo útil chamado de bits de justificação a fim de adequar a taxa de dois ou mais links E1 para multiplexá-los numa hierarquia maior. A palavra plesiócrona vem do grego: PLESÍOS (QUASE) + KRONOS (TEMPO) uma tradução para plesiócrona poderia ser quase Síncrono. A multiplexação plesiócrona é realizada por multiplexador plesiócrono. Como na hierarquia do sistema telefônico existem vários níveis de multiplexação, todo o conjunto de multiplexadores plesíocronos recebe o nome de hierarquia digital plesiócrona, abreviado para PDH (do inglês Plesiochronous Digital Hierarchy). |
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| PRI |
(Primary Rate Interface) Uma das interfaces ISDN que, utilizado em sistemas E1, provê um acesso constituído por 30 canais B de 64Kbps utilizados para o tráfego de voz, vídeo e dados, e um canal D de 64 Kbps utilizado para o tráfego de sinalização. |
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| SDH |
(Hierarquia Digital síncrona) Arquitetura de multiplexação onde cada canal multiplexado opera com relógio sincronizado com os relógios dos outros canais. O SDH e o SONET tem especificações iguais mas canalizações diferentes. O SDH é baseado na padronização internacional da UIT de 2 Mbit/s (E1, STM1,...) |
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| SINALIZAÇÃO POR CANAL COMUM |
Esta é uma forma moderna de sinalização telefônica e não mais está associada fisicamente aos troncos pelos quais a voz trafega.
Usa-se um dado canal de um dado tronco E1, como um canal de dados de 64 Kbps, e por ele trafega-se toda a sinalização telefônica numa forma totalmente digital e estruturada, correspondente a uma grande quantidade [milhares] de canais de voz de vários troncos E1. |
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| TDMoE |
(TDM over Ethernet) - é a técnica de encapsulamento de canais TDM em redes Ethernet, destinado a uma série de aplicações, como uma bridge dual E1 para failover. |
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| TE110P |
Placa Digium com 1 porta T1/E1. |
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| TE205P/ TE210P |
Placa Digium com 2 portas T1/ E1, com dois padrões de alimentação de barramento (5,0 ou 3,3 V). |
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| TE405P/ TE410P |
Placa Digium com 4 portas T1/ E1, diferindo-se pelo padrão de alimentação do barramento PCI (5,0 ou 3,3 V). |
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| TIME SLOT |
(TIME-SLOT) Caracteriza-se pela porção de uma multiplexação serial dedicada a um único canal. Nos enlaces T1 e E1, um time-slot representa um canal de 64 Kbps. |
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| UNIDADE REMOTA DE ASSINANTE |
Trata-se de um módulo de uma central de assinante colocado remotamente para atender a necessidade de assinantes concentrados em uma área onde há dificuldades para prover a rede de acesso, seja pela distância, pela geografia ou outro motivo, normalmente aplicada para atendimento de vilas em localidades rurais. Liga-se à central-mãe através de enlaces E1 e pode apresentar capacidade de comutação interna, embora o controle (processamento da chamada) fique por conta da central-mãe. Também conhecido como Estágio de Linha Remoto ou Estágio Remoto de Assinante. |
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