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Modelo de referência bibliográfica. |
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Descrição |
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BRIDGE |
Dispositivo que conecta dois segmentos de rede e transfere dados, voz ou vídeo entre eles baseado no campo endereço de destino do cabeçalho do pacote. A diferença entre um bridge e um roteador é que o bridge constrói uma tabela onde identifica os endereços de destino locais e remotos. Uma vez sabendo quais endereços são locais e quais são remotos, ele passa para a rede remota somente os pacotes remotos dentre aqueles provenientes da rede local, e para a rede local somente os pacotes locais dentre os que vêm da rede remota, reduzindo o tráfego da rede. |
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CAIXA DE DG |
Utilizada nas instalações da rede interna dos assinantes. É um armário metálico com fundo de madeira podendo ser embutido ou não na parede, que recebe os blocos terminais para interconexão da rede externa com a rede interna. |
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DDG 0800 |
Serviço oferecido pelas empresas para consultas, esclarecimentos e compras de produtos por parte dos clientes sem custo na chamada para os mesmos. Como por exemplo o 0800 onde o custo da ligação fica absorvido pela empresa que solicitou o serviço (0800) junto a companhia telefônica. |
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DG |
(Distribuidor Geral) - é o local em uma instalação telefônica onde são feitas as interligações entre os diversos cabos que compõem o sistema telefônico. Em uma empresa, normalmente é um armário embutido na parede, podendo haver vários DGs dependendo do porte da instalação. Nas concessionárias, pela quantidade, normalmente são reservadas salas inteiras para este fim. A interligação entre os cabos no DG é feita através de fios "jumpers" (daí usar o termo jumpeamento). |
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FDG |
Também conhecido como fio jumper, é a conexào física de pares de cabos diferentes ou de pares de cabos com a fiação de equipamentos de telecomunicações. O FDG mais utilizado é formado por um par de fios trançados, em geral de duas cores, fornecidos em bobinas contendo 500 metros, possuindo as cores Preto/Laranja ou Preto/Branco. |
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GADGET |
Termo que aborda genericamente dispositivos eletrônicos portáteis como PDAs, celulares, smartphones, players MP3, entre outros. |
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MAC-LAYER BRIDGE |
um dispositivo usado para encaminhar dados entre LANs pela camada 2. Todos os broadcasts e multicasts, bem como todo o tráfego com um endereço de destino que não foi aprendido pela bridge, é encaminhado. |
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NEWBRIDGE |
Empresa fornecedora de multiplexadores que foi assimilada pela Alcatel. |
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NORTHBRIDGE |
É o nome do chip de muitas placas-mãe de PC que controla a transação de dados entre o processador, as interfaces de I/O como barramentos AGP, PCI e as memórias. |
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SOURCE ROUTE BRIDGE |
uma bridge que é capaz de processar um campo de informação de roteamento em um token ring ou quadro FDDI para determinar se ou não um pacote particular pode ser encaminhado. |
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WIDGET |
Este termo tem relação à programação de aplicativos gráficos para o Linux e outros sistemas
Unix, principalmente ao utilizar o GTK. Um Widget é uma caixa de texto, botão, etiqueta, janela
ou qualquer outro componente da interface do programa. |
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| AMR |
(Adaptative Multi Rate) - codec originalmente desenvolvido para uso em celulares 3G mas aplicado aos sistemas GSM e EDGE. Permite que diferentes taxas de bits transportem a conversação, dependendo da banda disponível e da relação sinal/ruído. |
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| BGP |
(Border Gateway Protocol) - protocolo de atualização de tabelas dinâmicas de roteadores no encaminhamento de pacotes para endereços exteriores a um sistema autônomo. Utilizado por roteadores que estão na borda (edge) de um sistema autônomo. |
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| Bloco BLI |
É um tipo de bloco instalado no DG (Distribuidor Geral) para prover a interconexão entre os ramais do PABX e a rede interna de telefonia ou a interconexão entre as linhas analógicas providas pela Operadora de Telefonia fixa e os troncos analógicos do PABX. A conexão é feita através de "wire-wrap", através de ferramenta específica (chave wire-wrap). |
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| BLOCO TERMINAL |
É o dispositivo colocado dentro do DG onde os cabos serão fisicamente conectados. Normalmente estes blocos são do tipo BLI, que utilizam tecnologia "wire-wrap". Atualmente, estão se tornando populares os chamados blocos de engate rápido, que utilizam tecnologia IDC. Os blocos utilizados para conectar os cabos da rede telefônica pública incorporam também as conexões para o sistema de proteção (fusíveis e/ou centelhadores) |
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| BLP-100 |
(Bloco de Ligação e Proteção com 100 pares) - destinado à terminação dos cabos da rede externa em DGs, interligando a rede com os equipamentos de comutação, permitea colocação de módulos de proteção contra transientes indesejáveis que eventualmente atinjam a rede telefônica. Sua aplicação é possível em armários de distribuição ou em pranchas de telefonia nas CPCTs. A conexão é do tipo wire wrap, possui outras capacidades como 2, 5, 10 ou 20 pares |
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| BPDU |
Abreviatura para Bridge Protocol Data Unit, parte do protocolo spanning tree que ajuda a descrever e atribuir os atributos de uma porta de switch. Permite aos switches obterem informação de cada porta. |
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| BTRC |
(Bloco Terminal Rotativo de Corte) - destinado ao lado horizontal dos DGs, ou seja, a parte de trás do DG, onde chega o cabeamento proveniente dos equipamentos de comutação das centrais públicas ou privadas. A configuração deste tipo de bloco é para 40, 50 ou 60 pares. |
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| CABO PRIMÁRIO |
Cabo de distribuição que sai do DG da central e chega até o armário de distribuição, sendo de capacidade elevada (1200 a 3600 pares). |
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| CAIXA DE DG |
Utilizada nas instalações da rede interna dos assinantes. É um armário metálico com fundo de madeira podendo ser embutido ou não na parede, que recebe os blocos terminais para interconexão da rede externa com a rede interna. |
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| CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO |
Armário metálico de tamanho inferior ao da caixa de DG, usado na rede interna, comportando os blocos terminais, fios e cabos internos. É o ponto de interligação do cabeamento interno com a fiação interna do assinante. |
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| DDG 0800 |
Serviço oferecido pelas empresas para consultas, esclarecimentos e compras de produtos por parte dos clientes sem custo na chamada para os mesmos. Como por exemplo o 0800 onde o custo da ligação fica absorvido pela empresa que solicitou o serviço (0800) junto a companhia telefônica. |
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| DG |
(Distribuidor Geral) - é o local em uma instalação telefônica onde são feitas as interligações entre os diversos cabos que compõem o sistema telefônico. Em uma empresa, normalmente é um armário embutido na parede, podendo haver vários DGs dependendo do porte da instalação. Nas concessionárias, pela quantidade, normalmente são reservadas salas inteiras para este fim. A interligação entre os cabos no DG é feita através de fios "jumpers" (daí usar o termo jumpeamento). |
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| FDG |
Também conhecido como fio jumper, é a conexào física de pares de cabos diferentes ou de pares de cabos com a fiação de equipamentos de telecomunicações. O FDG mais utilizado é formado por um par de fios trançados, em geral de duas cores, fornecidos em bobinas contendo 500 metros, possuindo as cores Preto/Laranja ou Preto/Branco. |
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| GADGET |
Termo que aborda genericamente dispositivos eletrônicos portáteis como PDAs, celulares, smartphones, players MP3, entre outros. |
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| HSDPA |
(High Speed Downlink Packet Access) - Tecnologia de acesso de dados para celular 3G que pode alcançar teoricamente a taxa de 11 Mbps. É uma evolução dos padrões de transmissão GPRS e EDGE e concorre diretamente com a tecnologia EVDO. |
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| MAC-LAYER BRIDGE |
um dispositivo usado para encaminhar dados entre LANs pela camada 2. Todos os broadcasts e multicasts, bem como todo o tráfego com um endereço de destino que não foi aprendido pela bridge, é encaminhado. |
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| MAC-LAYER SWITCHING |
dados da LAN transferidos através da rede baseada no endereço de origem e destino contido no cabeçalho MAC do quadro. Essencialmente a mesma coisa que a bridging, mas sempre empregando hardware dedicado para realizar a comutação (switching). |
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| NETWORK SEGMENT |
Segmento de Rede – porção da rede que são separadas de outras seções da rede por uma bridge, roteador ou switch. Cada segmento de rede suporta um único protocolo de acesso ao meio. |
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| NEWBRIDGE |
Empresa fornecedora de multiplexadores que foi assimilada pela Alcatel. |
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| NORTHBRIDGE |
É o nome do chip de muitas placas-mãe de PC que controla a transação de dados entre o processador, as interfaces de I/O como barramentos AGP, PCI e as memórias. |
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| PACKET FILTERING |
(filtragem de pacotes) – a habilidade de uma bridge, roteador ou gateway limitar a propagação de pacotes entre duas ou mais redes interconectadas. |
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| PPPoE |
É um método descrito no RFC 2516 para transporte de quadros PPP sobre Ethernet, permitindo a conexão de múltiplos hosts através de um simples dispositivo de acesso "bridging". Largamente empregado em sistemas DSL. |
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| RIF |
(Routing information field) – um campo em um cabeçalho do quadro FDDI ou token ring que provê informação usada pelas bridges de roteamento de origem para mover o quadro através da rede. O RIF especifica uma série de números de anéis e número de bridges. |
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| SEGMENT |
(Segmento) – uma parte eletricamente contínua de uma LAN baseada em barramento, tipicamente Ethernet. Segmentos podem ser unidos usando repetidores, switches, bridges ou roteadores. |
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| SEGMENTATION |
(Segmentação) – aumento da disponibilidade de largura de banda por dispositivo pela divisão de uma rede com bridges, switches ou roteadores para diminuir o número de nós em um segmento. |
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| SOURCE ROUTE BRIDGE |
uma bridge que é capaz de processar um campo de informação de roteamento em um token ring ou quadro FDDI para determinar se ou não um pacote particular pode ser encaminhado. |
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| SPANNING TREE |
um protocolo especificado no padrão IEEE 802.1D que permite uma rede ter uma topologia que contém laços físicos. Spanning Tree opera em bridges e switches. Ele abre certos caminhos para criar uma topologia em árvore, prevendo assim que pacotes fiquem em laços infinitos na rede. |
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| SRT |
(Source Route Transparent) – Um protocolo no qual é usado em algumas redes token ring, o qual usa roteamento na fonte para quadros que necessita disto e usa bridging transparente para outros quadros. Uma variante (SRTB) traduz de um tipo de quadro para outro, assim as estações finais podem se comunicar com configurações diferentes. |
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| TDMoE |
(TDM over Ethernet) - é a técnica de encapsulamento de canais TDM em redes Ethernet, destinado a uma série de aplicações, como uma bridge dual E1 para failover. |
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| WIDGET |
Este termo tem relação à programação de aplicativos gráficos para o Linux e outros sistemas
Unix, principalmente ao utilizar o GTK. Um Widget é uma caixa de texto, botão, etiqueta, janela
ou qualquer outro componente da interface do programa. |
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| WIRE WRAP |
Enrolador de fios. Ferramenta utilizada para fixação de cabos telefônicos em DG que utilizam blocos BLI. |
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| YELLOW BOOK |
Este nada mais é do que o padrão para CDs de dados. Assim como o Red Book, este foi desenvolvido através da parceria entre a Philips e a Sony e publicado em 1983. O Yellow Book original previa dois modos de gravação, o modo 1 e o modo 2. A diferença é que enquanto no modo 1 temos reservados 288 bytes em cada setor para os códigos de correção de erros, no modo 2 todos os 2352 bytes do setor são usados para gravar dados (como nos CDs de áudio). A idéia era usar o modo 2 para gravar CDs que armazenassem dados como imagens e vídeo, onde
a corrupção de alguns bits não causasse maiores problemas. Em 1985, uma parceria entre vários fabricantes criou o ISO 9660, uma padronização para CDs
de dados, que estabelecia o uso do modo 1 como padrão entre várias outras especificações. Como o ISO 9660 era compatível com vários sistemas operacionais, tornou-se rapidamente o padrão da indústria. Apesar de sua universalidade, o ISO 9660 tinha a grave limitação de
permitir nomes de arquivos de no máximo 8 caracteres (como no DOS). Para quebrar esta limitação, outros fabricantes criaram extensões para o ISO 9660 original, que permitiam nomes de arquivos longos. Porém, ao contrário do ISO que é universal, cada um destes padrões pode ser lidos dentro de um sistema operacional em particular: a extensão que permite nomes longos dentro do Windows chamada-se "Joilet" a que se destina ao Unix chama-se "Rock Ridge" enquanto a "Apple Extensions" destina-se aos Macs. |
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