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Modelo de referência bibliográfica. |
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Descrição |
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CHAVE PRIMÁRIA |
Conjunto de campos (pode ser um somente) de uma tabela que estão preenchidos com valores diferentes em cada registro. Este(s) campo(s) pode ser usado para identificação do registro. |
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| 3DES |
(Triple Data Encryption Standard) - o 3DES é baseado no algoritmo de criptografia DES desenvolvido pela IBM em 1974 e adotado como padrão em 1977. 3DES usa 3 chaves de 64 bits (o tamanho máximo da chave é de 192 bits, embora o comprimento atual seja de 56 bits). Os dados são encriptados com a primeira chave, decriptado com a segunda chave e finalmente encriptado novamente com a terceira chave. Isto faz do 3DES três vezes mais lento que o DES original, mas oferece maior segurança. |
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| Bloco BLI |
É um tipo de bloco instalado no DG (Distribuidor Geral) para prover a interconexão entre os ramais do PABX e a rede interna de telefonia ou a interconexão entre as linhas analógicas providas pela Operadora de Telefonia fixa e os troncos analógicos do PABX. A conexão é feita através de "wire-wrap", através de ferramenta específica (chave wire-wrap). |
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| CENTRAL ELETROMECÂNICA |
Central telefônica cujos órgãos de controle e comutação se baseiam em chaves acionadas eletricamente conhecidas como relés, promovendo assim a interconexão automática entre dois assinantes interessados em se comunicar. Os seletores de elevação e giro, as centrais pentaconta, os relés crossbar e ESK são exemplos de tecnologias empregadas nestas centrais, que estão se tornando mais raras a medida que estão sendo largamente substituídas pelas centrais CPA-T. |
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| COMUTAÇÃO ESPACIAL |
Tipo de comutação em que a interconexão entre entrada e saída se dá através de operações no espaço, como no caso das antigas centrais eletromecânicas, em que a interligação entre dois assinantes está relacionado ao posicionamento de chaves acionadas eletricamente. As atuais matrizes temporais/espaciais também realizam comutações espaciais digitalmente, direcionando a posição de um determinado time slot de entrada para um link de saída. |
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| COMUTADOR ÓTICO |
Um comutador que permite que um sinal oriundo de uma fibra ótica ou circuito integrado ótico seja selecionado de um circuito para outro. Um comutador ótico pode funcionar através de chaves mecânicas, no qual direcionam uma fibra para outra, ou através de efeitos eletro-óticos, magneto-óticos ou outros. No primeiro caso os comutadores são lentos e aplicados para roteamento alternativo de fibras em caso de falhas. No segundo caso os comutadores são rápidos e aplicados à comutação em tempo real de informações conforme o roteamento. |
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| DIGITAL SIGNATURE |
O mesmo que assinatura digital, forma de assinatura eletrônica que garante a integridade da mensagem, normalmente baseado em um sistema de criptografia de chave pública. |
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| DPDT |
O termo designa uma chave ou relé que tem dois polos ou contatos separados e que podem fazer contato elétrico com dois contatos estacionários separados. |
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| FAULT TOLERANCE |
Ou Tolerância a Falhas, a habilidade de um dispositivo prever ou recuperar falhas internas ou de rede. Palavras-chave para a tolerância a falhas incluem módulos hot-swappable, fontes de energia redudantes e compartilhadas, backplanes passivos e sistemas de refrigeração redundantes. |
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| HARDLOCK |
Também conhecido como chave de hardware, é um dispositivo normalmente conectado a uma interface serial do PC que desbloqueia a utilização de um determinado software, evitando a disseminação de cópias piratas deste mesmo software. |
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| HASH |
Uma fórmula matemática que converte uma mensagem com qualquer comprimento em uma mensagem com comprimento fixo de dígitos em string que representa a mensagem original. É uma função de sentido único, ou seja, não é possível reverter para a mensagem original. A função não produzirá uma mesma mensagem para duas entradas diferentes. É usado em algoritmos de encriptação e para busca de informações em bancos de dados, pois torna a busca mais rápida caso os dados armazenados sejam indexados através de uma chave "hashed". |
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| KERBEROS |
Protocolo de autenticação de rede desenvolvido pelo MIT. O Kerberos autentica a identidade dos usuários que tentam efetuar login em uma rede e criptografa suas comunicações através da criptografia de chave secreta. |
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| LDAP |
(Lightweight Directory Access Protocol) – uma família de protocolos para acesso a informações de diretórios. LDAP é baseado nos padrões contidos no padrão X.500, mas é significamente mais simples. E, ao contrário do X.500, LDAP suporta TCP/IP, que é necessário para algum tipo de acesso a Internet. Porque é uma versão mais simples do que o X.500, LDAP é algumas vezes referenciado como X.500-lite. Embora não inteiramente implementado, LDAP deve eventualmente possibilitar que qualquer aplicação executando sobre virtualmente qualquer computador possa obter informações de diretório, tais como endereços de e-mail e chaves públicas. Sendo um protocolo aberto, as aplicações não necessitam se preocupar com o tipo de servidor que hospeda o diretório. |
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| MIB |
(Management Information Base) Um diretório que lista os nomes lógicos de todas as fontes de informação residentes em uma rede e pertinentes ao gerenciamento da rede. Um elemento chave de sistemas de gerenciamento SNMP. |
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| OpenVPN |
Projeto open source licenciado pela GPL para fazer um túnel VPN seguro. Usa criptografia de chaves ao invés de usuário e senha para fechar um túnel VPN, pegando a informação que ele precisa enviar para a outra ponta, criptografando-a e mandando via Internet por um pacote UDP. A grande vantagem do OpenVPN é que ele não tem muitos problemas para passar por firewalls ou roteadores que implementam NAT, ao contrário do PPTP. |
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| PGP |
(Pretty Good Privacy) - uma aplicação de criptografia de chave pública para troca de arquivos e mensagens com autenticação e confidencialidade, desenvolvido por Phil Zimmermann e distribuido com licença free na Internet. |
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| PKI |
(Public Key Infraestructure) - Infraestrutura de chave pública usada para assegurar a privacidade na troca de dados. Suporta assinatura digital e outros serviços de segurança ativados por chave. |
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| SPDT |
O termo designa um chave ou relé com um único polo, ao contrário de um DPDT. Ver "DPDT". |
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| SSL |
(Secure Sockets Layer) – um protocolo desenvolvido pela Netscape para transmissão de documentos privados pela Internet. SSL trabalha pelo uso de uma chave privada para encriptar dados que são transferidos sobre uma conexão SSL. Ambos Netscape Navigator e Internet Explorer suportam SSL e muitos Web sites usam o protocolo para obter informações confidenciais de usuários, tais como número de cartão de crédito. Por convenção, páginas web que requerem uma conexão SSL começam com https: no lugar de http:. Outro protocolo para transmissão de dados seguros pela www é o HTTP seguro (S-HTTP). Ao invés do SSL, que cria uma conexão segura entre um cliente e um servidor, sobre o qual qualquer quantidade de dados pode ser enviado seguramente, S-HTTP é projetado para enviar mensagens individuais seguramente. SSL e S-HTTP podem ser tanto tecnologias complementares quanto competitivas. Ambos protocolos foram aprovados pelo Internet Engineering Task Force (IETF) como um padrão. |
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| SWITCH |
Possui 3 significados possíveis: (1) Um dispositivo mecânico ou eletrônico que direciona o fluxo de sinais elétricos ou ópticos de um lado para outro. Com relação a uma chave comutadora liga/desliga. (2) Em programação, um bit ou byte usado paa controlar algo. (3) Um modificador de um comando. Mais simplificadamente, é uma caixa comutadora que direciona uma linha para a outra. |
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| TRANSISTORES |
Transistores são dispositivos semicondutores de estado sólido que revolucionaram a tecnologia eletrônica, pois permitiram a integração de circuitos em larga escala que impulsionaram a presente revolução digital. Os transistores podem ser empregados como amplificadores ou como chaves. Como amplificadores possibilitam o aumento de um sinal elétrico com baixo consumo de energia, tamanho diminuto e grande confiabilidade, substituindo as antigas válvulas a vácuo em aplicações como sistemas de áudio, vídeo, rádio, entre outros. Como chaves os transistores permitem a abertura ou fechamento de um circuito sem peças móveis, através de um controle eletrônico. Por causa deste controle eletrônico, são mais velozes que chaves eletromecânicas (relés) e por não possuirem partes móveis são mais confiáveis, sendo aplicados na construção de chips digitais e aplicações de potência como fontes de alimentação, reatores de lâmpadas fluorescentes, sistemas de no-breaks entre outros. Há diversos tipos de transistores, entre os quais se destacam os transistores bipolares e o FET. |
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| TSAPI |
(Telephony Server API) – uma API desenvolvida pela Novell e AT&T que habilita programadores construir aplicações CTI e de telefonia. TSAPI é similar a TAPI, o qual foi desenvolvido pela Microsoft e Intel. Contudo, uma vez que a TAPI foi implementada para o sistema operacional Windows, TSAPI executa sobre plataformas Netware. Outra diferença chave é que a TAPI pode ser usada por ambos, aplicação cliente e/ ou servidora, ao passo que TSAPI é estritamente uma API servidora. |
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| VSAM |
(Virtual Storage Access Method) - Sistema de arquivos com acesso randômico muito rápido que permite a recuperação de dados não-sequenciais baseado no valor de chaves indexadas a estes. |
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| WPA |
(Wi-Fi Protected Access) - Um incremento na segurança de redes Wi-Fi nos padrões 802.11i, 802.1x e EAP, substituindo o WEP, melhorando a atribuição de chaves dinâmicas, a força da encriptação, a não repetição de chaves e o uso de funções hash nas mensagens assegurando a integridade dos dados. A segurança em WLANs opera sobre a camada física ou de enlace de dados, mas se somente o serviço IP é provido então pode-se alternativamente prover segurança para as camadas de rede e de transporte, especialmente quando se trata de rede WLAN pública. |
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