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Lista completa dos termos do glossário tecnológico.



Modelo de referência bibliográfica.
Palavra Descrição
CABO CCE-APL Cabo de conexão externa de baixa capacidade (2, 4 ou 6 pares) similar ao CTP-APL aplicado em instalações subterrâneas, como derivação a partir das emendas de distribuição até a entrada do assinante. Pode substituir o FE em certas situações como em assinantes que estão muito distantes.
CABO CT ou TAP Formado por condutores de cobre, isolados com papel e envolvidos por uma capa de liga chumbo ou antimônio. A capa é impregnada por uma substância asfáltica e ao redor da mesma existe uma outra capa de PVC de cor preta. Usado em redes primárias.
CABO CT-APL Similar ao CT ou TAP, porém possuindo uma capa APL (Alumínio Polietilenado) confeccionada com fita de alumínio lisa, rigidamente colocada à capa externa de polietileno preta.
CABO CTP-APL Cabo usado em rede secundária que possui seus condutores isolados com uma capa de polietileno, numa combinação de 25 pares de cores. A capa do cabo é feita com fita lisa de alumínio rigidamente colocada junto à capa preta externa de polietileno.
CABO CTP-APL-AS Semelhante ao CTP-APL, diferenciando-se deste por possuir internamente um cabo de aço (mensageiro), permitindo a auto-sustentação do cabo aos postes.
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CABO DE PAR TRANÇADO Termo utilizado para descrever o tradicional cabo de cobre que é utilizado para comunicações de curta distância.
CABO MULTIPAR Cabo formado por múltiplos pares de fios, comumente usado em redes primárias e secundárias de telefonia.
CABO ÓPTICO Cabo que contém fibras ópticas. O número de fibras, em geral pode chegar a centenas. Os tipos de cabo óptico variam conforme a aplicação e o ambiente em que serão utilizados: interno, externo, enterrado, em dutos, submarino entre outros. www.teleco.com.br
CABO PRIMÁRIO Cabo de distribuição que sai do DG da central e chega até o armário de distribuição, sendo de capacidade elevada (1200 a 3600 pares).
CABO SECUNDÁRIO Cabo que sai do armário de distribuição e vai até outro ponto intermediário, por exemplo, uma caixa de emenda ventilada (CEV) ou até a propriedade do usuário. Normalmente aéreo, utiliza-se da posteação para chegar ao seu destino.
CABO STP Ver "STP".
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CABO TELEFÔNICO Conjunto de pares de fios de cobre isolados individualmente por uma película de papel ou plástico, trançados entre si formando grupos independentes e protegidos por camadas de papel ou plástico helicoidalmente e com uma capa de alumínio ou chumbo externa revestida de polietileno, pelo qual são feitas as interligações entre centrais, assinantes ou central e assinantes.
1000BASECX Uma variação do Gigabit Ethernet que emprega cabo axial duplo.
1000BASELX Uma variação do Gigabit Ethernet que emprega cabo de fibra multimodo ou monomodo com comprimento de onda de 1330 nm.
1000BASESX Uma variação do Gigabit Ethernet que emprega cabo de fibra ótica com comprimento de onda de 850 nm.
1000BASET Uma variação do Gigabit Ethernet que emprega cabo par trançado sem blindagem.
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100BASEFX Uma variação do Fast Ethernet que emprega cabo de fibra ótica multimodo ou monomodo a 100 Mbps.
100BASET É conhecido também como Fast Ethernet. As redes baseadas nesse padrão atingem 100 Megabits por segundo. Ao contrário da 10BaseT, admitem três tipos diferentes de cabeamento: dois pares de cabos de par trançado de alta qualidade quatro pares de cabos de par trançado convencionais; ou cabos de fibras ópticas
100BASETX Uma variação do Fast Ethernet que emprega cabo de par trançado sem blindagem de categoria 5.
10BASE2 Variação do Ethernet no qual as estações são conectadas com cabo coaxial fino, com distância máxima sem o uso de repetidor de 185 metros.
10BASE5 Variação do Ethernet no qual as estações são conectadas com cabo coaxial grosso, com distância máxima sem o uso de repetidor de 500 metros.
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ARCNET (Attached Resource Computer Network) - Uma tecnologia de LAN de baixa velocidade (2.5 Mbps) desenvolvido por uma empresa chamada Datapoint, no qual todos os nós são conectados a um cabo coaxial comum. O controle de acesso ao meio é do tipo token bus.
ARMÁRIO ÓPTICO Concentrador de cabos ópticos amplamente utilizado na opticalização (fibra óptica) de redes de acesso, permitindo levar acesso a assinantes remotos e oferecer serviços diversos de telecomunicação.
AT&T (American Telephone & Telegraph) - é uma companhia estado-unidense de telecomunicações. AT&T provê serviços de telecomunicação de voz, vídeo, dados e Internet para empresas, particulares e agência governamentais. Durante sua longa história, AT&T foi a maior companhia telefônica e o maior operador de televisão por cabo do mundo, constituindo por vezes um monopólio.
AUI (Attachment Unit Interface) - definido pela especificação IEEE 802.1 como uma interface entre um MAU Ethernet e um DTE. Basicamente, o modo como uma estação Ethernet conecta um transceiver a um cabo coaxial grosso.
BALUN Um transformador/conversor de impedância que adapta a impedência de uma interface a outra. Geralmente utilizado para conectar um cabo par trançado balanceado com um cabo coaxial desbalanceado. O termo deriva-se de "balanced/unbalanced".
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BLA-50 (Bloco de Ligação em Armário com 50 pares) - utilizado nos armários de distribuição da rede externa, fazendo a interligação entre os cabos primário e secundário. A conexão é do tipo wire wrap e possui capacidade de 50 pares, numerados de cima para baixo e da esquerda para a direita de 1 a 50.
BLI-10 (Bloco de Ligação Interna - 10 pares) - bloco de ligação que permite a distribuição de até 10 pares de fio por bloco, sendo que em cada lado do bloco podem ser distribuídos os pares. Usado para distribuição de cabos telefônicos em redes internas, é modular de 10 em 10 pares e a conexão dos condutores aos terminais é do tipo wire wrap, realizado através de ferramenta enroladora/ desenroladora de BLI.
BLINDAGEM Elemento que, em cabos de telecomunicações, efetua a proteção do núcleo, face às influências elétricas externas, ou separa parte do mesmo.
BLOCO TERMINAL É o dispositivo colocado dentro do DG onde os cabos serão fisicamente conectados. Normalmente estes blocos são do tipo BLI, que utilizam tecnologia "wire-wrap". Atualmente, estão se tornando populares os chamados blocos de engate rápido, que utilizam tecnologia IDC. Os blocos utilizados para conectar os cabos da rede telefônica pública incorporam também as conexões para o sistema de proteção (fusíveis e/ou centelhadores)
BLP-100 (Bloco de Ligação e Proteção com 100 pares) - destinado à terminação dos cabos da rede externa em DGs, interligando a rede com os equipamentos de comutação, permitea colocação de módulos de proteção contra transientes indesejáveis que eventualmente atinjam a rede telefônica. Sua aplicação é possível em armários de distribuição ou em pranchas de telefonia nas CPCTs. A conexão é do tipo wire wrap, possui outras capacidades como 2, 5, 10 ou 20 pares
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CABEAMENTO ESTRUTURADO Padrão de cabeamento de prédios comerciais para suportar todos os tipos de trnasmissão de informação , incluído voz dados e imagens. O parão é independente do fornecedor do cabo e de equipamentos. As normas principais são a EIA/TIA 568 e a ISO 11801.
CABEÇA DE REDE Centro de controlo de uma rede de televisão por cabo, que recebe os sinais (relativos, por exemplo, a canais de satélite), os processa e introduz na rede de distribuição por cabo, propriamente dita.
CABLE MODEM Tecnologia empregada para comunicação de dados em alta velocidade, como acesso a internet, utilizando a rede de cabos coaxiais das operadoras de TV a cabo.
CABO CT ou TAP Formado por condutores de cobre, isolados com papel e envolvidos por uma capa de liga chumbo ou antimônio. A capa é impregnada por uma substância asfáltica e ao redor da mesma existe uma outra capa de PVC de cor preta. Usado em redes primárias.
CABO CT-APL Similar ao CT ou TAP, porém possuindo uma capa APL (Alumínio Polietilenado) confeccionada com fita de alumínio lisa, rigidamente colocada à capa externa de polietileno preta.
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CABO CTP-APL Cabo usado em rede secundária que possui seus condutores isolados com uma capa de polietileno, numa combinação de 25 pares de cores. A capa do cabo é feita com fita lisa de alumínio rigidamente colocada junto à capa preta externa de polietileno.
CABO CTP-APL-AS Semelhante ao CTP-APL, diferenciando-se deste por possuir internamente um cabo de aço (mensageiro), permitindo a auto-sustentação do cabo aos postes.
CABO DE PAR TRANÇADO Termo utilizado para descrever o tradicional cabo de cobre que é utilizado para comunicações de curta distância.
CABO MULTIPAR Cabo formado por múltiplos pares de fios, comumente usado em redes primárias e secundárias de telefonia.
CABO ÓPTICO Cabo que contém fibras ópticas. O número de fibras, em geral pode chegar a centenas. Os tipos de cabo óptico variam conforme a aplicação e o ambiente em que serão utilizados: interno, externo, enterrado, em dutos, submarino entre outros. www.teleco.com.br
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CABO PRIMÁRIO Cabo de distribuição que sai do DG da central e chega até o armário de distribuição, sendo de capacidade elevada (1200 a 3600 pares).
CABO SECUNDÁRIO Cabo que sai do armário de distribuição e vai até outro ponto intermediário, por exemplo, uma caixa de emenda ventilada (CEV) ou até a propriedade do usuário. Normalmente aéreo, utiliza-se da posteação para chegar ao seu destino.
CABO STP Ver "STP".
CABO TELEFÔNICO Conjunto de pares de fios de cobre isolados individualmente por uma película de papel ou plástico, trançados entre si formando grupos independentes e protegidos por camadas de papel ou plástico helicoidalmente e com uma capa de alumínio ou chumbo externa revestida de polietileno, pelo qual são feitas as interligações entre centrais, assinantes ou central e assinantes.
CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO Armário metálico de tamanho inferior ao da caixa de DG, usado na rede interna, comportando os blocos terminais, fios e cabos internos. É o ponto de interligação do cabeamento interno com a fiação interna do assinante.
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CAIXA SUBTERRÂNEA Quando uma rede telefônica tiver proporções grandes, torna-se necessária a utilização de caixas subterrâneas para que comportem as emendas dos cabos de capacidade superior e para que as derivações possam ser efetuadas.
CAT 6 Sigla usada para denotar o cabo par trançado categoria 6, usado para a especificação IEEE 802.3z Gigabit Ethernet.
CATEGORIA 5e Cabo par trançado que é uma extensão da categoria 5 para uso em redes Gigabit Ethernet.
CATV O termo originalmente indica Community Antenna TV - um sistema que compartilha uma antena por uma comunidade via distribuição de cabos. Este termo agora se refere aos sistemas de TV a cabo, que é uma facilidade de transmissão usando geralmente cabo coaxial de 75 ohms para transportar numerosos canais de TV simultaneamente e divididos em frequência (FDM).
CCE-APL-G Cabo de conexão externa e capa em alumínio polietilenado, com geléia de petróleo, parecido ao CCE-APL e com as mesmas aplicações, podendo ser enterrado diretamente no solo, pois a geléia o impermeabiliza.
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CCI Cabo para conexões internas também denominado de Tilista.
CI Cabo interno destinado às instalações internas. A capa é na cor cinza e os pares dos condutores são identificados pelo padrão internacional de cores.
CMTS (Cable Modem Termination System) - Espécie de concentrador de acesso que conecta a rede de TV a cabo à rede Internet. Normalmente instalado no headend da rede de TV a cabo.
COAX Ou cabo coaxial (Coaxial Cable), é um tipo de linha de transmissão baseado em fios de cobre, aonde há um condutor interno envolvido por um condutor externo, com isolamento entre estes e exterior ao condutor externo, e um conector. É menos flexível que um cabo de par trançado, porém mais resistente a Interferência Eletromagnética (EMI) e física.
CROSSOVER Termo técnico empregado em diversos e diferentes contextos, como o nome de um tipo de circuito para filtragem de sinais baseado nas suas frequências, ou a interligação de dois computadores sem a necessidade de um concentrador, através do cruzamento dos fios do cabo.
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CROSSTALK Ruído ou interferência causada por acoplamento magnético entre dois caminhos de sinal. Nas frequências de áudio, o crosstalk é conhecido como diafonia ou popularmente como "linha cruzada". Este acoplamento se dá pela proximidade das linhas de transmissão de sinais e das características construtivas destas linhas. Cabos coaxiais, por exemplo, são imunes a crosstalk, em oposição está o par bifilar paralelo. Num meio termo temos o par trançado, cujas tranças justamente minimizam o efeito de acoplamento e consequentemente o crosstalk.
CTP-APL-G Trata-se de um cabo de plástico com capa de alumínio e preenchido com geléia de petróleo entre os condutores, parecido com o cabo CTP=APL.
DELAY SKEW Um dos parâmetros de teste usados em testes de cabos categoria 5E ou categoria 6 UTP, FTP ScTP. É a diferença de atraso de propagação entre o par mais lento e o mais rápido.
DG (Distribuidor Geral) - é o local em uma instalação telefônica onde são feitas as interligações entre os diversos cabos que compõem o sistema telefônico. Em uma empresa, normalmente é um armário embutido na parede, podendo haver vários DGs dependendo do porte da instalação. Nas concessionárias, pela quantidade, normalmente são reservadas salas inteiras para este fim. A interligação entre os cabos no DG é feita através de fios "jumpers" (daí usar o termo jumpeamento).
DISTRIBUIDOR GERAL Dispositivo que contém os elementos de conexão entre cabos provenientes de locais diferentes, por exemplo, os cabos da central de comutação têm que ser interligados aos cabos da rede externa. Também são realizadas as ligações móveis e as proteções individuais para cada linha de assinante ou ramal de usuário.
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DVB-C Sistema de transmissão digital por cabo.
ENLACE COAXIAL Meio de transmissão com características especificadas entre dois pontos utilizando um sistema de cabos coaxiais.
ENTRONCAMENTO Grupo de pares de um ou mais cabos, ou de circuitos de transmissão multiplexados, que interliga duas estações, iniciando e terminando nos distribuidores gerais, onde pode ser conectado ao equipamento de comutação. www.anatel.gov.br
ETHERNET Padrão de comunicação em redes locais que opera em par trançado e cabo coaxial em velocidade de até 10 megabits por segundo.
FDG Também conhecido como fio jumper, é a conexào física de pares de cabos diferentes ou de pares de cabos com a fiação de equipamentos de telecomunicações. O FDG mais utilizado é formado por um par de fios trançados, em geral de duas cores, fornecidos em bobinas contendo 500 metros, possuindo as cores Preto/Laranja ou Preto/Branco.
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FIREWIRE Um tipo de tecnologia de cabos para transferência de dados de e para dispositivos digital a altas taxas. Algumas câmeras digitais profissionais e cartões de memória conectam-se ao computador via firewire. Cartões de leitura firewire são tipicamente mais rápidos que os conectados através de USB. Conhecido como IEEE 1394, foi desenvolvido pela Apple Computer mas é comumente utilizado em PCs com Windows e outros.
FTTC (Fiber to the Curb) - Ou fibra até o armário ou caixa de distribuição, é a técnica de rede de acesso usando cabo de fibra óptica no qual a fibra chega até o armário ou caixa de distribuição, sendo a partir daí distribuído para os pontos de consumo via par trançado, cabo coaxial ou outro tipo de cabeamento. Muito usado em redes de CATV.
HIPPI Padrão ANSI para canais de comunicação de alta velocidade que usa cabo de 32 ou 64 bits e transmite de 100 a 200 Mbytes/s.
HL A distância do cabo entre uma tomada na área de trabalho (work area outlet - WAO) a um ponto do cross-connect do armário de telecom (telecommunication closet - TC).
HORIZONTAL CABLING porção de um sistema de cabeamento estruturado que se extende desde o armário de fios (wiring closets) até as workstations individuais, servidores, telefones e outros dispositivos, geralmente utilizando cabo par trançado de cobre.
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IDF Intermediate Distribution Frame, em um sistema de cabeamento estruturado, um ponto de acumulação para cabos de uma seção de uma edificação, tais como um andar ou parte de um andar. Tipicamente, múltiplos IDFs se encontram em armários (wiring closets) conectando a central MDF.
IEEE 802.2 Um padrão de enlace de dados demarcando como a conectividade básica de dados sobre cabo deverá ser feita. Usado com os padrões IEEE 802.3, 802.4 e 802.5.
INTERNET Rede mundial de computadores, surgida nos anos 60 e popularizada nos últimos anos, com maior intensidade após 1995. Permite que usuários de vários tipos de computadores no mundo inteiro se comuniquem por meio de um protocolo comum(TCP/IP). A Internet pode ser acessível por linhas telefônicas e redes de TV a cabo, entre outros meios.
LOBE PORT em token ring, uma porta em um MAU ou hub no qual o cabo de um dispositivo é conectado. Portas Lobe deve receber uma tensão específica de um dispositivo conectado com intuito de permitir o dispositivo compor o anel.
MDI (Medium Dependent Interface) - Interface mecânica e elétrica entre o cabo e o transceiver. O conector RJ-45 é o MDI para mídias 10BaseT, 100BaseT, entre outros, por exemplo.
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MMDS (Multichannel Multipoint Distribution System) - tecnologia de telecomunicações sem fio usado para redes de banda larga ou mais comumente como um método alternativo de distribuição de TV a cabo, onde a passagem de cabos é inviável.
MONOMODO uma forma de cabo de fibra ótica no qual a luz segue um único modo de transmissão. Mais cara, e com alta taxa e distância que um cabo de fibra ótica multimodo.
MULTIMODO uma forma de cabo de fibra óptica no qual a luz é capaz de seguir múltiplos caminhos na fibra. Menos caro e com uma menor taxa máxima e distância do que uma fibra óptica monomodo.
OS/2 WARP Sistema operacional de 32 bits multitarefa e multithread para processadores Intel x86 originalmente desenvolvido pela Microsoft e IBM para substituir o DOS. O Windows era considerado um paliativo pela Microsoft para prover um sistema operacional com interface gráfica de usuário até que o projeto do OS/2 estivesse pronto. Entretanto, a Microsoft optou por evoluir o Windows e o OS/2 acabou suportado apenas pela IBM. Como o OS/2 nunca conseguiu se estabelecer no mercado, caiu em desuso.
PATCH CORD Um cabo curto usado em patch panel para conectar de modo fácil e rápido dois pontos de conexão.
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PATCH PANEL Um dispositivo passivo composto de uma série de conectores destinados para a realização de manobras de rearranjo de redes de cabeamento estruturado simplesmente através de conexão ou desconexão dos cabos.
PHASE JITTER o resultado de repetidores regenerando um sinal que tem um atraso no pacote experimentado na transmissão via eletrônicos e cabo. Jitter de fase é removido pelo processamento do stream de dados via buffer e reclocking destes.
PPP/SLIP (Point to Point Protocol / Serial Line Internet Protocol) Protocolos para comunicação sobre interfaces seriais. Interfaces seriais enviam bits de dados sobre um "cabo único", ao contrário de interfaces paralelas, que enviam os bits de dados em paralelo sobre "vários cabos" simultaneamente. O termo interface serial normalmente é utilizado para denominar interfaces que se conectam a um circuito telefônico através de um modem ou dispositivo semelhante; embora também seja usado para denominar comunicações via rádio
PVR (Personal Video Recorder) - set-top box que armazena mais de 30 horas de programação de TV e pode trabalhar com sistemas a cabo ou satelitais. Telespectadores podem pausar ou adiantar um show pela TV, gravar uma temporada de exibição e pular os intervalos comerciais. Difere-se do videocassete pois os dados são armazenados digitalmente. Um computador com uma placa de captura de TV pode ser considerado uma aplicação de PVR.
REDES MÚLTIPLAS Rede que todos ou alguns de seus pares de seus cabos terminados em mais de um local através de ligações em paralelo.
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REPETIDOR Dispositivo que regenera os sinais para que eles possam trafegar em segmentos adicionais de cabo para aumentar o alcance ou para acomodar outros dispositivos ao segmento.
RGE Dispositivo que permite a Interligação de pares, entre o cabo de entrada e a rede de cabos do edifício (estabelece a fronteira entre a rede de distribuição pública e a rede de cabos de edifício).
RI / RO (Ring in and ring out) – conectores token ring em um MAU que conecta outros MAUs. Ao contrário das portas lobe, portas RI / RO suportam a capacidade de “wrap”; se um cabo RI / RO é desconectado, o anel muda o sentido, mantendo a viabilidade.
RISER CABLING parte do sistema de cabeamento estruturado que se extende do frame de distribuição principal até os closets de fios. Para dados, é sempre cabos de fibra óptica. Para voz, é fibra óptica se o PABX está distribuído, e cabo de par trançado para os outros casos.
SATA Abreviatura para Serial ATA, uma evolução da interface física para dispositivos de armazenamento do tipo ATA utilizando um único cabo com 4 fios para conexão entre dispositivos, com taxas até 150 Mbps ou 300 Mbps (SATA-II). Uma das vantagens é o fato de o cabo ser mais fino, possibilitando o uso em carcaças mais compactas.
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SNR Signal to noise ratio. Em transmissões tanto analógicas quanto digitais, feitas através de cabos de cobre, esta é a relação entre a potência do sinal e o ruído de fundo, medida em decibeis (db). Quanto maior o número, mais puro é o som, ou mais perfeita é comunicação de dados. Alguns utilitários de modem exibem o valor SNR da linha telefônica e todas as placas de som incluem a taxa de signal to noise em suas especificações.
STP (Shielded twisted pair) – cabo de cobre que inclui um ou mais tipos de pares de cabos no qual foram moldados em um material isolante e cobertos por um condutor blindado. STP oferece melhor proteção contra ruído que um par trançado sem blindagem (UTP), mas é muito mais caro e mais difícil de usar. Comumente associado com as redes token ring mais recentes.
TDR (Time Domain Reflectometer) - Equipamento utilizado para testar cabos.
TOPOLOGY (topologia) – o formato de uma rede local ou outro sistema de comunicação. Há três principais topologias usadas em LAN: Barramento – todos os dispositivos são conectados a um cabo, chamado barramento ou backbone. Redes em barramento são relativamente baratas e fáceis de instalar quando a rede é pequena. Sistemas Ethernet usam a topologia em barramento. Anel – todos os dispositivos são conectados uns aos outros na forma de um laço fechado, então cada dispositivo é conectado a outros dois diretamente. São relativamente caras e difíceis de instalar, mas oferecem alta banda e podem cobrir distâncias maiores. Estrela – todos os dispositivos são conectados a um hub central. São relativamente fáceis de instalar e gerenciar, mas congestionamentos podem ocorrer porque todos os dados devem passar pelo hub central.
TWISTED PAIR pares de fios de cobre isolados juntos com tranças variando com o comprimento, minimizando a interferência potencial entre os pares. São usualmente construídos no mesmo cabo. O novo par trançado não blindado (categoria 5) é especificado para transmissões a 100 Mbps.
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UTP (Unshielded Twisted Pair) É um tipo popular de cabo que consiste de dois fios não blindados trançados um em torno do outro. A respeito do seu baixo custo, o cabo UTP é usado extensivamente para lans e conexões telefônicas. Este tipo de cabo não oferece alta banda ou boa proteção a interferências como o cabo coaxial e a fibra óptica, porém é menos caro e mais facil de se trabalhar.
VT100 Originalmente, um terminal de vídeo do tipo texto ASCII fabricado pela Digital Equipment Corporation (incorporada pela Compaq) que se tornou praticamente um padrão para interfacear mainframes e sistemas Unix e acabou suportado por programas que fazem emulação de terminais em PCs, como o telnet, permitindo conexão remota a sistemas.
WIRE FEET É um termo usado nos EUA como medida de distância entre a central telefônica e o usuário em serviços como o ADSL, onde existe uma distância máxima para a instalação do serviço. Wire Feet é a quantidade de cabo, medida em pés, que correspondem a 30,48 centímetros.
WIRE WRAP Enrolador de fios. Ferramenta utilizada para fixação de cabos telefônicos em DG que utilizam blocos BLI.
WIRE-WRAP Também chamado de enrolador ou enrolador/desenrolador, é uma ferramenta utilizada para instalação de cabos telefônicos em blocos terminais do tipo BLI e similares. Na verdade, "wire-wrap" é o nome da tecnologia, que consiste em fixar o fio enrolando-o em torno de um pino metálico.
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WIRELESS Nome genérico dado a qualquer sistema baseado em rádio que permite a transmissão de informação sem a necessidade de uma conexão física por meio de fios ou cabos.
WLL Abreviatura do termo em inglês wireless local loop e mantida na linguagem técnica para se referir genericamente a sistemas de acesso sem fio – também referenciados como acesso fixo sem fio (FWA) e rádio no enlace local (RLL), cuja principal característica é utilizar sistemas rádio multiacesso em vez de par metálico (fio de cobre ou cabo coaxial) na rede de acesso ou de distribuição.





Referência bibliográfica

Para fazer referência ao Glossário Tecnológico Dígitro em trabalhos acadêmicos, utilize a seguinte referência padrão ABNT:

Dígitro Tecnologia. Glossário Tecnológico. Coordenação Eng. Juliano Anderson Pacheco,
desenvolvida por Adm. Claudio Brancher Kerber, apresenta termos tecnológicos na área de telecomunicações.
Disponível em: <http://www.digitro.com/glossario_digitro.php>. Acesso em: 09 setembro 2010 .

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